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ESTUDO DIZ QUE EXCESSO DE SELFIES ESTA RELACIONADA A FALTA DE SEXO
Data da publicação: 27-06-2014 0:16:28
A pesquisadora holandesa Christyntje Van Galagher da Universidade de Wageningen publicou um estudo que relaciona a elevada exposição pessoal dos usuários da rede social instagram ao nível de carência sexual.

Segundo o estudo as fotografias denominadas selfies seriam um grito de socorro de pessoas oprimidas pelo abandono. O estudo denominado “Het fotograferen van ontbering en eenzaamheid”, que em livre tradução diria “Fotografando a carência e a solidão”, interpreta as fotos selfies como sendo uma fuga digital da realidade concreta marcada pela insegurança e o medo do abandono.

Para a doutora em Psicologia Christyntje Van Galagher, “os viciados em selfies avaliam seu nível de bem-estar baseados nos likes que a imagem que construíram de si mesmo recebem.

Usam filtros e tecnologias de manipulação de imagem para venderem uma imagem aos fãs. No entanto, a vida real é sem photoshop”. O estudo entrevistou 800 pessoas adeptas deste hábito e detectou que 83% não possuem vida sexualmente realizada.

O número que mais choca é o contraste entre a publicação de imagens e a prática sexual. A média de postagem de imagens selfies por parte dos entrevistados é de 45 fotografias mensais e apenas 2 relações em igual período. A doutora Christyntje sentencia: ”O tempo que eles correm o dedo na telinha do iPhone deveria ser usado de forma mais criativa e erótica para não dependerem do julgamento dos seguidores para se sentirem realizados”.


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